O Amapá é um estado de forte presença dos povos originários. Aqui vivem Wajãpi, Karipuna, Palikur, Galibi Marworno, Galibi Kali'na, Tiriyó, Aparai e Wayana. A Arte Kusiwa é um sistema de pintura corporal e Grafismo tradicional do povo Wajãpi, reconhecido pelo IPHAN em 2002 e pela UNESCO em 2003. Oito povos, múltiplas línguas e um único chamado: respeito ao território e à ancestralidade.
O MDB Povos Originários é o núcleo oficial do MDB Amapá para os povos originários, construído com lideranças reais, com protocolo de consulta e com a premissa inegociável: nada sobre eles sem eles.
Todas as bandeiras são fruto de reuniões com lideranças reais dos povos originários com presença no estado, em consulta respeitosa ao Protocolo de Consulta dos Povos Indígenas do Amapá (Convenção 169 OIT).
Fim das invasões, operação permanente de fiscalização, apoio aos guardiões indígenas, CAR regularizado nos entornos.
DSEI Amapá fortalecido, Polo-base em cada TI, medicina tradicional reconhecida, parteiras indígenas capacitadas e remuneradas.
Escolas indígenas com professores indígenas, material em língua materna, ensino médio integral na TI, carreira específica na SEED.
UEAP / Unifap / IFAP com cotas ampliadas para povos originários, bolsa-permanência e residência estudantil com cozinha tradicional.
PNPSA, PRONAF Indígena, selo de origem Wajãpi/Karipuna, valorização do açaí, castanha, artesanato indígena e salvaguarda da Arte Kusiwa Wajãpi no mercado justo.
Lei Kusiwa estadual, museus indígenas no Oiapoque e Macapá, proteção contra apropriação cultural, Festival Turé permanente.
Convenção 169 OIT cumprida em TODO projeto que afeta TIs: petróleo, estradas, linhas de transmissão, mineração. Sem exceções.
Apoio a candidaturas dos povos originários em Oiapoque, Pedra Branca e Macapá. Bancada dos povos originários até 2030. Voz na Assembleia.
Cada povo tem história própria, território próprio e formas próprias de organização. O MDB Povos Originários não generaliza. Reconhece a diferença como princípio e trata Kusiwa corretamente como arte específica do povo Wajãpi.
A Arte Kusiwa é um sistema de pintura corporal e Grafismo tradicional próprio do povo Wajãpi. Foi registrada pelo IPHAN em 2002 e reconhecida pela UNESCO em 2003.
"Lei Kusiwa estadual + proteção contra uso indevido dos grafismos."
Fala kheuól (crioulo franco-amerindio), vive na TI Uaçá, produz artesanato e tem liderança jovem forte. Prêmio ONU pelo projeto açaí 2025.
"Apoio à cooperativa do açaí + escola bilíngue kheuól."
Aldeia de Kumarumã: uma das maiores referências dos povos originários no Amapá. Cultura do ritual Turé, artesanato de cestaria, cerâmica e pesca tradicional.
"Fortalecimento do Festival Turé + saúde especializada."
Povo transfronteiriço (Brasil-Guiana Francesa), língua própria da família Arawak, forte tradição de narrativas e pintura corporal.
"Cooperação binacional + educação trilingue (parikwaki, português, francês)."
Menor povo do AP, mas grande em história. Migrou da Guiana no século XX. Cultura Caribe-Arawak, artesanato único.
"Proteção a povo minoritário + revitalização linguística."
Povo originário com presença no Parque do Tumucumaque. Defesa territorial, mobilidade na floresta e políticas públicas adequadas à realidade amazônica profunda.
"Proteção territorial + logística de saúde e educação."
Povo de tradição caribe, com memória territorial ligada aos rios e à floresta. Cultura material, circulação e conhecimento tradicional merecem política pública específica.
"Fortalecimento cultural + consulta prévia real."
Povo com presença ligada ao extremo norte amazônico e ao Tumucumaque. A pauta central é respeito à autonomia, proteção do território e transmissão dos saberes.
"Autonomia, território e continuidade cultural."
Estuda direito, medicina, agronomia. Conecta aldeia e cidade. Traz as pautas das comunidades para o espaço político com rigor.
"Residência universitária para povos originários + formação em liderança política."
Aqui moram os primeiros. Antes da cidade, antes do forte, antes da província. Wajãpi, Karipuna, Palikur, Galibi Marworno, Galibi Kali'na, Tiriyó, Aparai e Wayana. Oito povos que sustentam a floresta em pé e fazem parte da formação real do Amapá.
O MDB Povos Originários não é concessão. É reparação. É reconhecimento. É abrir espaço institucional real para quem tem direito originário ao chão que pisamos.
Aqui não há "ajuda", nem tutela, nem "proteção" paternalista. Há protocolo de consulta, respeito à autonomia e representação política. Cada decisão que afeta o território dos povos originários passa por consulta livre, prévia, informada (Conv. 169 OIT).
Queremos que o Amapá seja o primeiro estado amazônico com bancada dos povos originários até 2030, com políticas que valorizem a Arte Kusiwa Wajãpi, o kheuól, o parikwaki e outros saberes e línguas dos povos originários como riqueza pública. E com a floresta em pé como política de Estado.
Nada sobre nós, sem nós.
Todo dia é dia de demarcar.
Todas as peças seguem o Protocolo de Consulta: nenhum uso indevido da Arte Kusiwa Wajãpi, nenhuma generalização dos povos indígenas do Amapá, nenhuma estetização colonial. Paleta Laranja MDB + terra cota + urucum + jenipapo.
Lideranças dos povos originários, jovens universitários, mulheres artesãs, professores bilíngues, agentes de saúde dos povos originários. A porta do MDB está aberta, com protocolo e respeito.