Bioeconomia, economia verde, saneamento, proteção da floresta e justiça climática com gente. Natureza não é obstáculo ao desenvolvimento. É o ativo que define o Amapá. Aqui, rio, floresta e trabalho aparecem juntos, com gente no centro.
Não aceitamos projeto ambiental que ignore ribeirinho, extrativista e comunidades tradicionais. Nem projeto de desenvolvimento que derrube floresta. O MDB Socioambiental defende um caminho amapaense: bioeconomia com inclusão, saneamento com dignidade, carbono com transparência e ciência no centro da política.
Valorização da cadeia de açaí, castanha, cacau silvestre, óleos, fibras e essências.
Universalização da água e do esgoto nos 16 municípios, meta de 2033.
Licenciamento ambiental ágil, técnico e isento de pressão política.
Regras claras para o mercado de carbono com benefício real às comunidades.
Castração, resgate e combate aos maus-tratos como política pública.
Plano estadual de adaptação a eventos climáticos extremos (cheias, secas, calor).
#F26522#2E7D32#0E0E10#FAF7F2Potencial da bioeconomia amazônica até 2030.
Fonte: WRI Brasil
Legado, bioeconomia e propostas permanentes para o clima.
Mapa do que falta nos 16 municípios.
Ambientalistas, ribeirinhos, extrativistas, cientistas, causa animal. É tudo aqui.
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